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Fim do Fator Previdenciário

COBAP e FST clamam por justiça aos aposentados e mostram números

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O Governo, através de sua liderança na Câmara dos Deputados, apresentou seu relatório onde fecha o reajuste das aposentadorias e pensões do INSS em 7%. Para justificar que não pode concordar com a proposta de 7,71% exigida pelo movimento nacional dos aposentados e pensionistas e outras entidades sindicais de trabalhadores da ativa alega falta de recursos orçamentários.

O custo para a cobertura da diferença entre os 7% e os 7,71% é de apenas R$ 860 milhões. A COBAP já provou que os recursos existem. Sobraram em 2009 mais de R$ 4 bilhões do caixa do INSS. Além disso, a Seguridade Social, da qual a Previdência é parte integrante, teve um superávit de R$ 21 bilhões também em 2009.

A sociedade brasileira precisa saber e a imprensa precisa informar que esses recursos são permanentemente realocados, indevidamente, para outras finalidades, principalmente para o pagamento dos juros da dívida pública. No final, alega-se que os recursos não existem e que, portanto, os aposentados e pensionistas devem se conformar com as migalhas possíveis. E são mesmo migalhas!

À medida que o tempo passa e as injustiças continuam, os aposentados e pensionistas se endividam cada vez mais e caem para o valor do salário mínimo. Seus proventos são permanentemente achatados e se tornam mais infelizes, após tanta contribuição para a prosperidade do Brasil.

É hora de reverter esse quadro. Que a verdade seja dita e que se faça justiça social a milhões de brasileiros que se encontram em estado de penúria.

É possível avançar para os 7,71%.

OS NÚMEROS:

SUPERÁVIT DA SEGURIDADE SOCIAL: R$ 21 BILHÕES

SUPERÁVIT DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: R$ 4 BILHÕES

 DESPESA PARA PAGAR OS 7,71%: R$ 860 MILHÕES

 TEM MUITO DINHEIRO DE SOBRA!!!!!!!!

VOTAÇÃO E APROVAÇÃO DO REAJUSTE JÁ!!!!!!!!!!

fonte: Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST)

 

 

Última atualização em Ter, 04 de Maio de 2010 14:19
 

Marcha pelo reajuste da aposentadoria e fim do fator previdenciário

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Na próxima terça-feira, 4 de maio, aposentados e trabalhadores de diversas regiões do Brasil estarão marchando lado a lado pela Esplanada dos Ministérios até a Câmara dos Deputados. Irão acompanhar de perto a votação da Medida Provisória 475, precedida da apreciação de duas emendas importantíssimas: reajuste de 7,71% aos aposentados que ganham acima do salário mínimo e fim do Fator Previdenciário.

A concentração será às 15 horas em frente a Catedral de Brasília. Após a passeata, os manifestantes pretendem ocupar pacificamente as galerias da Câmara. Espera-se um verdadeiro show de democracia e justiça.

A organização está por conta da COBAP, Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), Nova Central, Força Sindical, UGT, CTB e Conlutas.

Nesta mesma data, mas no período da manhã, a Câmara dos Deputados realizará Sessão Solene pelo Dia do Trabalhador. Será uma ótima oportunidade para que as categorias em luta se façam presentes e mostrem seus justos pleitos. Todos os trabalhadores que participarem da sessão solene estão se juntando na grande marcha dos aposentados.

Última atualização em Ter, 04 de Maio de 2010 14:19
 

Câmara pode votar nesta quarta-feira fim do Fator Previdenciário

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Fim do Fator entra na pauta

Por Roberto Jefferson

A Câmara dos Deputados poderá votar hoje a emenda que propõe o fim do Fator Previdenciário, o malfadado índice que funciona como redutor para as aposentadorias. A emenda integra a lista de propostas que alteram a MP Nº475, que reajusta as aposentadorias para os que recebem mais de um salário mínimo. O presidente da Câmara, Michel Temer, em sintonia com o Palácio do Planalto, agiu para recusar a emenda, mas foi derrotado no Plenário. Se o governo perder a queda-de-braço nas manobras regimentais para tentar bloquear a votação, dificilmente deixará de ser derrotado em Plenário. Atenção, aposentados, não deixem de comparecer ao Congresso, o fim do Fator Previdenciário está próximo!

Última atualização em Ter, 04 de Maio de 2010 14:19
 

Dirigente do FST afirma que Fator Previdenciário "é o câncer do trabalhador"

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"Fator Previdenciário é o câncer do trabalhador", diz líder do FST

Repercutiu de forma positiva em Brasília o pronunciamento de José Augusto da Silva Filho, coordenador nacional do Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), durante reunião realizada nesta terça-feira para novamente discutir o reajuste dos aposentados. Em tom de cobrança, sua fala foi firme e exigiu atitudes mais concretas dos parlamentares.

"Estamos dando lambuja ao Governo porque ainda não resolvemos o grave problema do Fator Previdenciário, que é o grande câncer do trabalhador", declarou José Augusto.

Segundo ele, com o passar do tempo, o reajuste que está prestes a ser aprovado também será corroído pelo fator previdenciário. "Aumento de 7,7% é o mínimo, um pequeno presente aos aposentados", analisou o sindicalista.

Notando um leve vacilo nos deputados e senadores quanto à manutenção do índice reivindicado, José Augusto pôs a boca no trombone: "Esse acordo é irreversível. Que líderes sindicais nós somos? Não tem que ter medo não. É botar para votar e pronto. As lideranças são decisivas neste momento", concluiu José Augusto.

Sua fala mexeu com os brios dos deputados e suas bancadas, que coincidentemente duas horas depois aprovaram na sessão da Câmara um recurso do PPS para permitir que uma emenda apresentada pelo líder Fernando Coruja à MP 475/09 possa ser analisada junto com a proposta do reajuste de 7,71%. Essa emenda acaba com o fator previdenciário.

Última atualização em Ter, 04 de Maio de 2010 14:20
 

Sindicato dos Aposentados diz que proposta do governo é retrocesso

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Entidade promete levar a Brasília aposentados de todo o país no próximo dia 27

O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas divulgou nesta quarta-feira (22/04) nota afirmando que a proposta de manutenção do aumento em 6,14% nos vencimentos dos aposentados, sugerida por setores do governo, seria um retrocesso nas negociações do reajuste.

— Não podemos admitir o retrocesso nas negociações sobre o reajuste dos aposentados e pensionistas, visto que representantes do governo já admitiram em público que o reajuste partiria do patamar de 7%. Aceitar 6,14%, como querem setores do governo, é ser injusto com quem dedicou sua vida à construção do país — diz o texto assinado pelo presidente da entidade, João Batista Inocentini, e pelo presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva.

A Medida Provisória (MP) 475 reajustou os benefícios dos aposentados que recebem mais de um salário mínimo em 6,14 %, a partir de primeiro de janeiro, levando em conta a inflação do ano anterior mais 50 % do Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, partidos de oposição e alguns partidos da base governista querem um reajuste maior para essas aposentadorias.

O sindicato promete que no próximo dia 27, quando está prevista a votação da MP , vai levar a Brasília aposentados de todo o país para sensibilizar os deputados.

*com informações do jornal Zero Hora
 


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